
“It doesn’t matter if you are black or white!”
“Não importa se você é branco ou negro!”

“It doesn’t matter if you are black or white!”
“Não importa se você é branco ou negro!”
Posted in Entertainment, Entretenimento, Música, Álbum | Tags: Michael Jackson

Desde que me mudei para este país de Primeiro Mundo ou Desenvolvido para usar um termo mais moderno, uma das coisas que me surpreendeu foi o quanto se fala em ser “Green”, ou ser “Verde”, por aqui.
Segundo estudos, os EUA produzem 25% das riquezas mundiais e, consequentemente, são os responsãveis por 25% da emissão de CO2 na atmosfera. Mas o povo aqui é tão consciente e há tantas ações incluídas na rotina dos cidadão para diminuir esse impacto, que fica difícil entender porque o mundo todo vive culpando os americanos pelo caos em que o planeta se encontra.
Eu me considero relativamente informada sobre o assunto, mas quando me mudei para cá ouvi falar de algo que nunca tinha pensado na vida em fazer em casa: ADUBO, ou COMPOST como eles chamam aqui. Como o povo daqui adora ter jardim e há grama em volta de todas as casas (o que não é muito ecologicamente correto eu acho, porque se usa tanta água para deixar tudo verdinho… mas essa discussão fica para um outro post), haja fertilizante. Então muita gente faz o próprio adubo em casa mesmo, utilizando as sobras de material orgânico que produzem.
Além de latas de lixo diferentes para cada tipo de lixo, como mostrei aqui, além de ter trocado as lâmpadas de casa há anos por aquelas mais eficientes energeticamente falando, e além de tomar muitas outras pequenas atitudes do dia-a-dia que ajudam a conservar o meio-ambiente, vou fazer meu próprio compost. E vou mostrar a vocês como é fácil, barato e que vale a pena.
Aguardem!
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A confusão é geral por aqui e pelo mundo afora. A GM faliu, pediu concordata, foi estatizada? Vou tentar explicar o que aconteceu não em economês, mas em português claro e com a ajuda do Aurélio.
Falir quer dizer simplesmente admitir que você não tem dinheiro para pagar as suas contas. Ou seja, como qualquer boa dona de casa e trabalhador sabem, quando se gasta mais do que se ganha, as contas não fecham no fim do mês e o sujeito tem que ir na venda da esquina avisar o dono que ele vai ter que esperar mais um pouquinho para receber o que se deve.
Numa escala um pouquinho maior, a montadora GM (que eu acho que no Brasil a gente conhece mais como Chevrolet), tem atualmente bens avaliados em 82,9 mil milhões de dólares, metade do valor total da dívida que carrega, que chega a 172,8 mil milhões de dólares.
Depois de tomar um empréstimo do governo, a empresa deveria ter entregue um plano de reestruturação da empresa que convencesse, até o dia 1 de junho. Nada saiu da cabeça dos administradores da GM, maior montadora dos EUA e segunda maior do mundo, que só tinha uma saída: pedir concordata.
Concordata, segundo o Aurélio, é um benefício legal (ou seja, é tudo feito através do sistema judiciário, representado por um juiz) que é dado ao negociante insolvente (falido) e de boa fé (que possa provar que vai dar um jeito na situação, e não está só querendo sair de mansinho de suas responsabilidades) e que obriga o sujeito a lidar com as dívidas que tem conforme a sentença (decisão do juiz).
A GM pediu protecção sob abrigo do Capítulo 11 da Lei americana de falências e concordatas. De acordo com esse capítulo, a montadora continua funcionando normalmente, mas ganha um período de proteção contra credores para se reestruturar. Esta falência surge precisamente para que a fabricante de automóveis se torne mais competitiva.
Após este pedido de concordata, a GM vai ficar agora, maioritariamente nas mãos governamentais. Os EUA deverão ficar com 60% do capital, depois de converter a maioria dos 50 bilhões de dólares de empréstimos, e o Canadá com 12%.
Após este processo será criada uma nova empresa que vai ter veículos das várias marcas da GM (Cadillac, Chevrolet, Buick e GMC) mas agora com uma missão mais direcionada para carros pequenos e eficientes no que diz respeito ao consumo de combustíveis.
Um dos motivos do declínio da GM, pelo que dizem por aí alguns especialistas, foi o mix de produtos, concentrado em automóveis que consomem muito combustível. Com a alta do petróleo e a preocupação com o aquecimento global, a montadora foi perdendo participação de mercado. E com a adoção de novas exigências de milhagem por litro, fabricar carros econômicos é ainda mais importante.
Fundada há 101 anos, a GM foi a maior vendedora de veículos no mundo entre 1931 e 2008, quando a japonesa Toyota a ultrapassou. Mergulhada numa crise sem precedentes — agravada pelo derretimento financeiro mundial iniciado em 2008, mas originada em procedimentos e estratégias empresariais muito questionados, como insistir na fabricação de picapes e SUVs beberrões e poluidores –, a GM começou este ano devendo bilhões de dólares, inclusive ao Tesouro dos EUA, e enfrentando dificuldades para fechar acordos com seus credores.
Outro fator de declínio da GM foram os custos trabalhistas – a mão de obra sindicalizada da montadora era muito mais cara que a de concorrentes como a Toyota. Com a concordata, é possível renegociar uma série de contratos.
No primeiro grande sinal da derrocada, no final do ano passado a General Motors teve de publicar um histórico anúncio admitindo vários erros, fazendo uma auto-crítica arrasadora e, finalmente, explicando aos cidadãos dos Estados Unidos porque se via no direito de pedir dinheiro público emprestado para sair do buraco.
O processo de reestruturação da GM inclui o fechamento de diversas fábricas e unidades nos EUA e o consequente corte de postos de trabalho — as demissões podem chegar a 20 mil, numa estimativa algo conservadora. Ao menos 11 unidades estão com os dias contados, entre elas, cinco fábricas de motores e estamparias, que devem encerrar suas atividades em 2010. Numa medida do que a quebra e severa reestruturação da GM podem fazer com a cadeia produtiva automotiva, cerca de 100 mil empregos podem ser perdidos nas revendas do grupo que serão fechadas nos próximos anos – até 6.000 lojas nos Estados Unidos estariam ameaçadas.
A esperada diminuição da produção, do catálogo de produtos e das vendas gerais da GM devem não só impedir que a empresa recupere a posição de maior do mundo no setor automotivo, como também fazer com que seja ultrapassada domesticamente pela própria Toyota e, num segundo momento, pela Ford – que então se tornaria a maior montadora dos EUA.
A companhia anunciou que não fecha a montadora do Brasil que fará parte do que está sendo chamado de a “Nova GM”.
Posted in Cotidiano, Economia nos EUA, Economy | Tags: Concordata, Falência, GM
Li o livro, gostei.
Hoje fui ver o filme “Anjos e Demônios” - esse filme é baseado em qual livro mesmo?
Sei que diferentes linguagens pedem diferentes abordagens diante de uma história, mas acho que o diretor Ron Howard exagerou. Até mudou o final da história e o Papa eleito!
De qualquer forma o filme é um bom entretenimento. E só.
Posted in Cinema, Cotidiano, Entertainment, Entretenimento | Tags: Angels and Demons, Anjos e Demônios, Movies

Quatro horas e meia. Esse foi o tempo necessário para o Grupo dos 20 (G-20) resolver os problemas do mundo. Ou pelo menos alguns deles.
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou os principais pontos do documento final da conferência de cúpula do G-20, que aconteceu ontem, na Inglaterra.
O grupo, que reúne os 19 países mais ricos do mundo e a União Européia, organizou o que está sendo chamado de “Declaração de Londres”, que promete criar uma nova ordem mundial para, “juntos, administrarmos o processo de globalização”, manter o compromisso de ajuda aos pobres e promover uma recuperação econômica verde. Um novo encontro deve ser realizado ainda este ano.
A estréia de Barack Obama no circuito internacional está sendo considerada um sucesso. Além de ter negociado separadamente com líderes de países antes difíceis para os EUA, como Rússia e China, ele estará numa reunião da OTAN que tem por fim tentar reestruturar a organização e torná-la mais ágil e capaz de prevenir conflitos no futuro. Visão bem diferente de seu antecessor, George W. Bush.
Definitivamente uma mudança de atitude que o casal Obama levou para o cenário internacional. Só por isso já valeu ao povo americano ter eleito esse presidente.
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O sumiço deve-se ao meu trabalho intenso para fazer o blog ainda melhor e vocês já podem experimentar algumas mudanças.
A idéia principal é ter links que possam ajudar brasileiros que moram fora do país, ou curiosos em geral, separados em páginas, facilitando a procura. Já dá para ver alguma coisa em “Links de ajuda a brasileiros expatriados” e “Jornais nos EUA”.
Mais por vir! Aguardem e voltem para conferir!
Vale lembrar que sugestões são sempre bem-vindas!
Abraços!
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O encontro do presidente americano Barack Obama e do brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, no sábado na Casa Branca, parece ser carcterístico da mudança que Obama prometeu em sua campanha.
Apesar de ter sido honesto em não ceder à algumas solicitações do presidente brasileiro, Obama tem uma postura diferente do presidente anterior, George W. Bush. Ele está ouvindo outras lideranças. O que já é um grande passo. Coloco a seguir a análise do professor Nelson Franco Jobim, com a qual concordo plenamente.
O presidente brasileiro pediu o fim do embargo econômico dos EUA à Cuba, que já dura 47 anos, e mandou uma mensagem conciliadora do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
Desde que as relações entre Washington e Caracas se deterioraram, por causa do apoio do governo George W. Bush ao golpe de Estado de 11 de abril de 2002, Lula é o principal interlocutor entre os EUA e a Venezuela. Os EUA, por sua vez, contam com o Brasil como intermediário nas relações com os governos da chamada esquerda radical, notoriamente antiamericanos, de Chávez, na Venezuela; Evo Morales, na Bolívia; e Rafael Correa, no Equador. Morales acaba de expulsar o terceiro diplomata americano em meses.
Lula terá mesmo muito trabalho para reconciliar o que às vezes parece inconciliável. Em menos de dois meses de governo, Obama reduziu as restrições para viagens e remessas de dinheiro para Cuba, ou seja, tomou medidas positivas em relação à ilha. O que faz o recém-criado Conselho de Defesa da América do Sul? Exige que os EUA suspendem o embargo econômico a Cuba.
Ora, superpotências não gostam de ser pressionadas e colocadas contra a parede. Nestes casos, a tendência é não ceder, já que isso poderia ser considerado um sinal de fraqueza. Durante a Guerra Fria, o Ocidente vivia pressionando a União Soviética a libertar seus dissidentes mais famosos, como o físico Andrei Sakharov e o escritor Alexander Soljenitsyn. Em uma das muitas negociações secretas, um emissário soviético disse: “Se vocês ficarem quietos e não tocarem no assunto por alguns meses, pode ser. Se ficarem pedindo insistentemente, não dá.”
As mentes retrógradas que teimam em ressuscitar a Guerra Fria na América Latina deveriam prestar mais atenção nas sutilezas. O governo Obama é uma oportunidade única de melhorar as relações com os EUA. Obviamente, como presidente dos EUA, ele vai defender os interesses americanos. Mas está disposto a ouvir. Esta é uma das principais mudanças da política externa americana no novo governo: em vez da arrogância dos neconservadores que chegaram ao poder com Bush em 2001, os EUA de Obama estão dispostos a ouvir. Querem saber o que os outros países querem.
Desperdiçar esta oportunidade em nome de um purismo ideológico é conversa para iludir ou acalmar o público interno. É a doença infantil do esquerdismo. O Brasil não caiu nessa cilada ideológica. Lula iniciou hoje um diálogo direto, sem submissão, com Barack Obama.
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Durante oito anos da minha vida trabalhei no setor de enfermagem, quando ainda morava no Brasil. Apesar de ter deixado a profissão há quase 10 anos, não me considero totalmente leiga no quesito saúde e doenças. Mas, nesse tempo em que moro por aqui, descobri que existem doenças que mal tinha idéia que existiam! E o pior, que existe remédio para uma dos mais mundanos dos desconfortos!
Acho que todos nós experimentamos momentos na vida em que nosso corpo responde de forma física ou emocional. No passado, esses desconfortos eram considerados coisas da vida, pedras no nosso caminho. Mas por aqui, tenho visto que algumas dessas respostas vitais têm sido consideradas sintomas de doenças ou síndromes.
Veja você que, num comercial de tevê, o anunciante avisa que se você tem dores nas pernas, do tipo que pode deixar você desconfortável ao dormir, você pode estar com a ”Síndrome das Pernas Irriquietas” (em inglês, Restless Legs Syndrome - a tradução livre é minha). Mas o comercial alerta, há remédio para isso.
Se o seu filho não pára, é super-agitado e não presta atenção àquilo que você diz – qual é a criança que não passa por essa fase? – , ele tem Transtorno de Déficit de Atenção. E também há remédio para isso.
Se você tem dias que está super desanimado, não tá a fim de levantar da cama e não vê futuro na sua vida – tenho certeza que todos tivemos pelo menos um dia assim na vida! – só pode estar com depressão. E há vários remédios para curar você!
Essa epidemia de diagnósticos aqui nos EUA tem várias causas, segundo um artigo que li no New York Times dos médicos Welch, Shwartz e Woloshin. Mas uma que me chama atenção é a que explica que se um médico erra por não ter diagnosticado um paciente com uma certa doença, ele pode ser processado. Mas não existe o mesmo tipo de penalidade se há hiperdiagnóstico.
Enquanto que eu aceito a existência dessas doenças e acredito que diagnósticos corretos ajudam muitas pessoas, eu imagino se muitos desses dignósticos não têm sido feito precocemente, quando o indivíduo mostrava esses sintomas apenas como uma fase da vida em que estava passando e pela qual deveria passar sem a assistência de qualquer droga afinal, não é a soma das nossas experiências que faz quem somos?
Nota da autora: Esse artigo foi veiculado primeiramente no site eHelp Carolina – Brasileiros em Conexão, do qual Simone Talarico é colaboradora.
Amo a língua portuguesa. E a inglesa. E a italiana, a francesa, até a alemã. Estudei-as todas. Falo fluentemente inglês, espanhol e compreendo perfeitamente italiano e francês, porém falo pouco essas duas. Já a alemã, bem, como dizem, uma vida é pouco para aprendê-la.
Mas algo que sempre me irritou em todas elas são os chamados “falsos cognatos”, ou “falsos amigos”. Estas sãos palavras que têm grafia ou som semelhantes àquelas da língua nativa, mas possuem significados completamente distintos.
Outro dia, ao assistir ao secretário do Tesouro Americano, Timothy Geitner, falar pela primeira vez sobre o novo plano de ataque à recessão em curso, ouvi uma dessas palavras. No meio do discurso, ele disse que tinha que ser “candid”. Logo percebi que ele não poderia estar querendo dizer que ia ser cândido, no sentido de ser puro, inocente. O tom do discurso não era bem esse. Então fui verificar o real significado dessa palavra na língua inglesa e lá estava a chatice: “candid” quer dizer honesto, sincero, franco.
Acho muito chato isso. Como vivi 30 anos num país da língua portuguesa, alguns desses falsos cognatos às vezes me pegam.
Acho que existe um processo na língua oral que faz com que a gente elabore frases rápidas, sem pensar, de forma automática mesmo, e essa resposta já me causou embaraços. E olha que me considero conhecedora da língua inglesa!
Há alguns anos, antes de me mudar definitivamente para cá, estava num restaurante com meu futuro marido, quando chamei a garçonete e perguntei “Where is the toilet?” , que traduzindo literalmente quer dizer “Onde fica o vaso sanitário?” Hahahaha!!!! Meu marido veio ao meu socorro e eu logo percebi o fora. Mas no Brasil é tão mais elegante se você pergunta “Onde fica o toalete?”, que eu nem pensei, mesmo!
Achei uma listinha de falsos cognatos e coloco abaixo p vocês darem uma olhada. Com certeza vocês conhecem algumas, mas tem muito brasileiro que conheço que usa várias dessas palavras abaixo com o sentido errado. Divirtam-se!
Nota da autora: Este artigo foi publicado primeiramente no site e-Help Carolina – Brasileiros em Conexão, onde Simone Talarico é colaboradora.
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É verdade. Aqui nos EUA, apesar de muita gente comemorar o carnaval na terça-feira , não há feriado oficializado para a data.
Mas, a matriarca da dinastia do futebol americano de Nova Orleans (capital do mais famoso carnaval americano, que eles chamam de Mardi Gras - literalmente, terça-feira gorda, em francês), Olivia Manning, quer mudar essa situação.
Ela lidera um movimento que quer tornar a “terça gorda” em feriado nacional. A campanha tem que reunir 100 mil assinaturas de americanos, e depois a galera tem que ficar ligando para os seus representantes no Congresso para insistir na idéia.
De acordo com uma pesquisa recente, quase metade dos americanos já celebra a data, todo ano. A mesma pesquisa descobriu que 70 por cento da população assinaria a lista.
E eu aqui torcendo para que isso aconteça. Pelo menos não fico morrendo de inveja de meus patrícios nessa época do ano!
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